Um ensaio sobre a figura de Salomão como arquétipo do rei sábio, explorando a tensão entre poder e discernimento na tradição bíblica, cabalística e mágica.
Um ensaio sobre como os arquétipos de Áries e Leão dialogam com o calendário litúrgico cristão, revelando a Roda do Ano como espelho de mistérios mais antigos que a própria Igreja.
Um ensaio sobre o sal como símbolo de fixação alquímica e de permanência da palavra empenhada, entre a Cabala, a tradição bíblica e a ética da aliança.
Um ensaio sobre José do Egito, chamado por seus irmãos de 'senhor dos sonhos', e sobre a interpretação onírica como caminho legítimo — e perigoso — de aproximação ao sagrado.
Um ensaio sobre o culto aos mortos no sertão nordestino, tecendo folk-catolicismo, espiritismo popular e sincretismo espiritual como expressões legítimas da fé do povo simples.
Um ensaio sobre a Divina Comédia de Dante Alighieri lida como itinerário simbólico da alma, entre a queda, a purificação e a visão, à luz da tradição iniciática e da fé.
Um ensaio sobre o Sefer Yetzirah, texto fundacional da mística judaica, e sua visão da criação do mundo através das letras hebraicas e dos números primordiais.
Um ensaio sobre a mediunidade espírita como serviço de caridade e acolhimento, refletindo sobre obsessão, cura espiritual e o cuidado ético diante do sofrimento invisível.
Um ensaio sobre o Baal Shem Tov, o hassidismo e a ideia de que a presença divina habita o cotidiano mais simples, revelando a devekut como caminho de vida e não apenas de êxtase.
Um ensaio sobre Jerusalém como cidade histórica e como símbolo espiritual, percorrendo judaísmo, cristianismo, escatologia e mística comparada com reverência e discernimento.
Um ensaio sobre a cosmologia gnóstica, o mito do Pleroma e da centelha divina exilada na matéria, e a nostalgia espiritual como caminho de retorno à Origem.