Samael
Quando a palavra deixa de revelar a verdade e passa a envenenar a alma?
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Série
Entrevistas com as Sephiroth Adversas — Doze volumes — um para cada Sephirah adversa (Qliphoth).
A Árvore da Morte — Doze Entrevistas com os Senhores da Casca é uma série esotérica, simbólica e literária baseada na tradição da Qabalah Hermética e na visão da Golden Dawn sobre as Qliphoth como Sephiroth adversas.
Cada volume apresenta uma entrevista profunda com uma inteligência sombria associada à Árvore da Morte: Samael, Satan, Moloch, Lucifuge, Beelzebub, Astaroth, Asmodeus, Belphegor, Baal, Adramalech, Lilith e Naamah.
A proposta da série não é devoção, pacto ou culto, mas investigação espiritual e filosófica. Cada “demônio” é tratado como uma figura arquetípica que revela, pela via negativa, as distorções da alma humana: poder sem compaixão, desejo sem centro, inteligência sem verdade, beleza sem espírito, matéria sem luz e vontade separada da Fonte.
Ao longo dos doze livros, o leitor atravessa uma descida simbólica pelas regiões adversas da Árvore da Vida, encarando perguntas sobre medo, orgulho, sacrifício, dominação, luxúria, mentira, vaidade espiritual, fascinação astral e exílio interior.
Escrita em tom de entrevista iniciática, a coleção une ocultismo, psicologia simbólica, demonologia literária e reflexão espiritual. Cada livro é estruturado como um confronto verbal com uma força da sombra, buscando compreender não apenas o mal como oposição, mas a luz aprisionada dentro da casca.
Uma obra para leitores interessados em Qabalah Hermética, Qliphoth, Árvore da Vida, Árvore da Morte, ocultismo ocidental, simbolismo iniciático e literatura esotérica sombria.
Quando a palavra deixa de revelar a verdade e passa a envenenar a alma?
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Quando a liberdade se separa da Fonte, ela ainda é liberdade ou já se tornou exílio?
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Quando o poder exige sacrifício para se manter de pé, ele ainda é autoridade ou já se tornou fome?
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Quando a luz se separa da Fonte, ela ainda ilumina ou apenas ensina a alma a se perder com clareza?
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Quando a forma perde a vida que deveria guardar, ela ainda é templo ou já se tornou sepulcro?
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Quando a abundância deixa de ser bênção e passa a comprar a liberdade da alma?
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Quando a força deixa de proteger a vida e passa a desejar a sua destruição?
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Quando a luz deixa de revelar a verdade e passa a servir à vaidade?
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Quando a inteligência deixa de servir à verdade e passa a justificar a mentira?
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Quando o sonho deixa de revelar a alma e passa a aprisioná-la no reflexo?
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